Com uma aprovação impressionante de 82% entre os goianos, conforme pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada na última quarta-feira (18), o governador Ronaldo Caiado (PSD) não apenas consolida sua posição como líder em Goiás, mas também redefine o patamar da gestão pública no estado.
Os dados falam por si: seu governo apresenta resultados concretos, com uma infraestrutura atualizada, segurança pública reforçada e políticas sociais que efetivamente atendem a quem mais precisa. Não é apenas retórica; é uma realidade reconhecida pela população.
Essa alta aprovação vai além de uma popularidade passageira. Trata-se de um legado político sólido, que já começa a influenciar o futuro do estado.
Neste cenário, o vice-governador Daniel Vilela surge naturalmente como o sucessor desse projeto bem-sucedido.
A mesma pesquisa deixa isso evidente: 58% dos entrevistados consideram a gestão “ótima ou boa”, enquanto apenas 13% a classificam como “ruim ou péssima”.
Em um contexto nacional onde o descrédito na política ainda é uma questão dominante, esses números ganham peso e relevância.
Mais do que uma alta aprovação, há um reconhecimento palpável. O cidadão goiano percebe um estado mais seguro, desenvolvido e com serviços públicos eficazes. É o que se denomina “novo Goiás”: uma realidade que antes era apenas discurso e agora está concretizada.
Esse capital político não se limita ao mandato atual. Há uma clara transferência de força para Daniel Vilela, que já desponta como favorito na corrida para 2026.
Na pesquisa espontânea, Vilela lidera com 9% das intenções de voto, mais que o dobro do ex-governador Marconi Perillo, que aparece com 4%.
Quando se apresenta aos eleitores um cenário de disputa estimulada, a vantagem se mostra ainda mais expressiva: Vilela chega a cerca de 34%, enquanto Perillo registra cerca de 24%, mantendo uma diferença de pelo menos 10 pontos percentuais em todos os cenários analisados.
Se essa tendência continuar, no dia 31 de março de 2026, data prevista para Ronaldo Caiado deixar o executivo estadual a caminho de uma possível candidatura à Presidência da República, ele entregará não apenas um governo bem avaliado, mas também um estado transformado e um projeto político com perspectivas de continuidade. O bastão não será simplesmente passado, mas sim um trajeto já alicerçado será confiado às mãos de seu sucessor.
