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Governo do Distrito Federal dá um passo importante ao estabelecer um Acordo de Cooperação Técnica que garante a reserva de vagas de emprego para mulheres em situação de violência.

 


Elaborado pela Agência Brasília com informações provenientes da Secretaria da Mulher

No contexto da campanha dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra Meninas e Mulheres, o Governo do Distrito Federal avaou significativamente na promoção de políticas públicas voltadas à proteção e fortalecimento da autonomia feminina. Na última terça-feira, dia 9 de novembro, a Secretaria da Mulher (SMDF) e a Câmara dos Deputados formalizaram um Acordo de Cooperação cnica (ACT) que visa garantir vagas de empregabilidade para mulheres em situação de violência doméstica.

Atualmente, o programacontribuiu para a inserção de cerca de 362 mulheres no mercado de trabalho, resultado efetivo dos 12 acordos firmados pela SMDF. Estas mulheres contam com o acompanhamento especializado das equipes multidisciplinares da secretaria, compostas por profissionais como psicólogos, pedagogos e assistentes sociais. Os acordos estabelecem que os contratos de serviços contínuos com dedicação exclusiva reservem entre 2% e 8% de suas vagas para mulheres sob contexto de violência doméstica e familiar.

Segundo a vice-governadora Celina Leão, tal iniciativa demonstra o compromisso do poder público em criar oportunidades concretas que promovam dignidade e independência. Ela pontuou que cada vaga reservada simboliza uma chance palpável de reconstrução pessoal e autonomia para essas mulheres.

O acordo, assinado por Giselle Ferreira, secretária da Mulher, e Carlos Veras, deputado federal e primeiro-secretário da Câmara, determina a prioridade de 2% das vagas em contratos de terceirização para mulheres atendidas pela SMDF.

Durante a cerinia de assinatura, Giselle Ferreira destacou que o feminicídio não faz distinção de classe social, mas apontou a dependência econômica como um fator determinante de vulnerabilidade. Para além do apoio financeiro, enfatizou a relevância do acolhimento e da prevenção como ferramentas fundamentais. Nesse sentido, o governo do Distrito Federal tem investido na criação de uma estrutura de empregabilidade específica para mulheres em situação de vulnerabilidade, aliada ao compromisso com capacitações e ofertas de trabalho concretas.

Os acordos também abrangem ações inclusivas voltadas para mulheres transgênero, travestis, quilombolas, indígenas, refugiadas e demais identidades relacionadas ao gênero feminino. Com este novo ACT, o Governo do Distrito Federal reafirma seu compromisso em oferecer meios para que essas mulheres possam reconstruir suas histórias com esperança, dignidade e autonomia.

Carlos Veras reforçou a relevância social do programa ao afirmar que cada posto de trabalho disponibilizado significa uma possibilidade concreta de recomeço para essas mulheres. Ele apelou para que toda a sociedade se envolva ativamente no combate à violência contra as mulheres, contribuindo para a ruptura do ciclo de agressões e para a reconstrução das vidas afetadas.

Informações da redação do Portal de Notícias Lei e Política

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