Cléia Araújo, que passou por cargos de chefia no Governo local, disputa cargo eletivo nas eleições 2026 e briga por uma cadeira na Câmara Legislativa do DF.
Candidata pelo (Mobiliza) Cléia
Araújo, disputa pela primeira vez uma vaga na Câmara Legislativa do Distrito
Federal (CLDF), como deputada distrital. Em Brasília há mais de 40 anos, ela veio
do Ceará juntamente com sua família aos cinco anos de idade, onde desde então,
construiu uma trajetória marcada pela maior paixão da sua vida, a Comunicação.
Apaixonada pela Comunicação
desde criança, Cléia Araújo se formou em jornalismo, mas também atua como
radialista e empreendedora.
No Distrito Federal, Cléia
Araújo trabalhou em diversos veículos de grande circulação, e passou por
assessorias de imprensa. No GDF ocupou cargos de chefia, o que deu a ela, base
de conhecimento da máquina administrativa, mantendo uma rotina de trabalho onde
pôde ver de perto a necessidade da população do DF.
Do jornalismo as ruas
Da bancada dos telejornais, às
ruas da cidade, Cléia já foi a voz, deu voz e pretende agora, ser a voz potente
em defesa dos menos favorecidos na Câmara Legislativa do DF.
“Foi na Comunicação que eu
encontrei uma forma de me transformar, sobretudo, construir uma relação com as
pessoas. Esse sonho de ser jornalista me proporcionou conhecer de perto,
diferentes histórias e participar delas”, lembra, Cléia Araújo.
Violência contra a mulher
É ocupando uma das 24 cadeiras
na CLDF que a jornalista Cleia Araújo pretende defender como principal bandeira
de seu mandato, medidas que possam coibir as agressões contra a mulher. Cleia
que já sentiu na própria carne, a violência doméstica, será a voz ecoando em
busca de políticas públicas para de fato amparar e acolher as mulheres, e com
isso, mudar de uma vez por todas, o triste cenário de feminicídio que a capital
do país, veem enfrentando nos últimos anos.
Infância pobre
Cléia é filha de uma família
muito humilde, mas que sempre batalhou muito para conquistar o sustento. A
candidata do Mobiliza lembra com emoção dos ensinamentos que recebeu de seus
pais, como dignidade, respeito, fé e perseverança.
“Meu pai trabalhava em um
orfanato aqui de Brasília, eu ia junto com ele e esse é o período que mais
marcou minha infância. Trago até hoje aquela doce lembrança, cercada pelas
crianças que viviam no orfanato e que, acabaram se tornando todos, meus irmãos
também”, destaca.
Empreendedorismo
Em 2020, durante a pandemia da
Covid-19, Cléia Araújo buscou uma nova fonte de renda. A jornalista e
radialista que acompanhava o impacto da crise econômica, com estabelecimentos
fechados e inúmeras famílias enfrentando dificuldades financeiras, também
passou a compor esse grupo e seu lado empreendedor começou a dar sinais.
Em um primeiro momento, Cléia
Araújo começou a vender as próprias roupas em um brecho-online. Em seguida,
passou a confeccionar cestas de café da manhã para datas comemorativas. O
negócio cresceu e abriu espaço para outros produtos, entre eles, lingerie e
semijoias.
Depois Cléia Araújo se tornou
embaixadora de um aplicativo para mulheres e passou a trabalhar como motorista
de Uber. A experiência, porém, ganhou um outro significado para ela, além da
renda, a experiência possibilitou a Cléia, estar mais próxima das mulheres,
oferecendo um transporte de segurança e tranquilidade.
Acolhimento
Foi no trajeto com o público
feminino que Cléia Araújo pôde acolher, ouvir mulheres de todas as regiões do
DF, mães, donas de casa, empreendedoras, pessoas em situação de vulnerabilidade
e enfim, entender que o Distrito Federal carecia de parlamentares que realmente
se importam com a população, principalmente com a mulher.
“Quero ser a voz dessas
mulheres na Câmara Legislativa. Vou ajudar a imprensa a cobrar dos Poderes, os
meios e a tomada de decisões para termos uma sociedade mais justa e digna em
todas as regiões administrativas do DF”, disse a candidata.
Família e amigos
Como mãe do João Pedro, 26
anos, um dos maiores orgulhos dessa mulher forte, determinada e batalhadora, Cléia
aponta o filho como uma das principais motivações para continuar trabalhando
por um futuro melhor para as famílias e para as próximas gerações.
Cléia é filha do seu José Tarcísio
de Brito e dona Antônia Vilma Araújo Brito, e tem sete irmãos de sangue e um adotivo,
são eles, seus melhores amigos.
Em dezembro de 2024, Cléia perdeu
a irmã mais velha que morreu após enfrentar uma árdua batalha contra o câncer.
“Essa foi uma das piores dores
que já senti na minha vida, na minha alma, perder minha irmã. Minha família é
minha base, meu porto seguro. Tenho muitos amigos também, alguns atuais, outros
do passado. Carrego na minha história algumas amizades que já foram um dia, tão
próxima, e hoje, já não fazem mais questão de partilhar os meus dias”, comenta
Cléia Araújo, se referindo a atual candidata ao Senado Federal Michelle
Bolsonaro (PL), lembrando a época em que trabalharam juntas no Supermercado
Extra e eram grandes amigas.
Vida pública
É desse mix de experiências,
trabalho e muita determinação que Cléia Araújo diz ter encontrado força e
vontade para concorrer um cargo eletivo nas eleições 2026, e colocou seu nome a
disposição de seu partido para a disputar uma vaga na CLDF.
Mais do que mudança de
profissão, a entrada na vida pública aparece em sua narrativa, como uma
continuação de seu legado como comunicadora.
“Na CLDF vou ser a voz que
falta, a voz que precisa em todos os cantos do nosso Distrito Federal. A minha
luta será 24h por dia. Buscarei justiça, cidadania e igualdade para as famílias
brasilienses”, conclui.
Pelo Distrito Federal, outras
duas jornalistas também concorrem a eleição 2026.
Para acompanhar o trabalho e
os projetos de Cléia Araújo:
Instagram: @cleinhadf
